Entrevista — por Eduarda Neves
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Diana Policarpo é uma artista visual e compositora. Actualmente desenvolve a sua actividade artística entre as artes visuais, música electroacústica e a performance multimédia. No contexto da sua prática artística, investiga relações de poder, cultura popular e política de género, justapondo a estruturação rítmica do som como um material táctil no âmbito da construção social da ideologia esotérica. Cria performances e instalações para examinar experiências de vulnerabilidade e empoderamento associadas a actos de exposição face ao mundo capitalista.
Ensaio — por Filipa Correia de Sousa
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Nas pinturas de José Loureiro, sempre a óleo, como as reconhecemos, mantém-se a visceralidade do negro sobre as formas e sobre as outras cores. A liquidez do negro, com mestria, contorce-se intensamente, arqueia, forma espirais, inaugura caminhos e carreiros, traça trilhos, mapeia labirintos, encruzilhadas ancestrais como as engendradas por Dédalo, cria enredos desconcertantes sob diferentes profundidades na superfície da tela.
Crítica — por Vincenzo Di Marino
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"Great Moments, Eduardo Batarda nos Anos Setenta" é a mais recente exposição antológica dedicada à obra de Eduardo Batarda (1943, Coimbra). Tendo lugar na Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva em colaboração com a Fundação Carmona e Costa, a exposição abrange a produção do artista durante a década de 1970 e representa um novo capítulo que deveria ajudar a perceber a sua complexa pesquisa, um passo adiante na sua “compreensão”.
Entrevista — por Isabella Lenzi e Paola Fabres
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Em cartaz até o final deste mês no SESC Pompeia, em São Paulo, a mostra FARSA, programada para inaugurar em abril de 2020, ficou hibernando, semi-montada, até ser aberta no fim de outubro. Quando finalmente pôde ser vista, por um público reduzido e controlado por conta das restrições da covid-19, o mundo estava torcido, como o jogo barroco de verso e reverso proposto pela exposição.
Entrevista — por Celina Brás
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A obra da minha mãe continua a revelar-se um grande mistério para mim. Parte de um questionamento constante, de reflexão sobre a sua vida e sobre as ações que ela teve de desenvolver. Conheci-a desde o meu momento inicial e com ela vivi num espaço de intimidade, uma proximidade afectiva que não contribui para que eu exerça um olhar distanciado e crítico sobre a sua obra.
Artigo — por Isabel Nogueira
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Túlia Saldanha (1930-1988) foi uma artista de obra singular, quer dizer, facilmente reconhecível, consistente e identificável. Nascida no interior transmontano (Peredo, Macedo de Cavaleiros), a essência do lugar e da viagem — que é um outro modo de reflectir sobre o lugar —, assim como a subversão de alguns espaços tradicionais do universo feminino — a casa, o interior, a louça, os rituais quotidianos —marcariam a sua expressão, que se materializou em diversos suportes e linguagens, nomeadamente, pintura, escultura, instalação e performance.
Entrevista
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Partindo de uma ideia original de Daniel Blaufuks, André Príncipe e António Júlio Duarte conceberam este ping-pong, uma troca de perguntas e respostas, tendo como mote as suas últimas exposições — A Hard Rain is Going to Fall e Eclipse, patentes na Galerias Carlos Carvalho e Bruno Múrias, respectivamente.
Crítica — por José Marmeleira
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A experiência lúdica e sensorial do desenho — "O Lápis Mágico" no Museu Municipal de Faro é uma exposição que explora o poder encantatório do desenho enquanto gesto, processo e forma. Com curadoria de Pedro Cabral Santo e as obras de António Olaio, Tiago Batista e Xana.
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