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Contemporânea#8 — Pre-order

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Contemporânea#8 — SOM

Disco Vinil, edição de 500.

 

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Contemporânea#7

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Imagens das capas | Cover images

João Maria Gusmão + Pedro Paiva 

da série / from the series Cheesy Photographs, 2017. Filme instantâneo (Polaroid) Impossible, cor / colour, 8 x 10 polegadas / inches. Cortesia dos artistas e / Courtesy of the artists and Cristina Guerra Contemporary Art.

 

 

Sem qualquer intenção historiográfica, a sétima edição impressa da Contemporânea propõe uma aproximação à fotografia que sublinha tanto o carácter estruturalmente híbrido deste medium como o ecletismo do território que, afinal, nunca deixou de ser o seu. É a fotografia como um meio com o qual, entre outras coisas, também se produz arte, como lucidamente argumentou Susan Sontag, que nesta publicação reforçamos. Entre a problematização benjaminiana da fotografia como arte, à arte como fotografia de Sontag, vários são os artistas que, a partir dos anos 60-70, desenvolvem uma escrita fotográfica que problematiza as noções de arte e obra de arte. A fotografia (tal como o vídeo) contaminando o purismo dominante da herança modernista torna-se o instrumento a partir do qual a arte se pensará a si mesma.

 

 

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Contemporânea#6

20,00 €

Que a mão no olhar percorre

Encarado como um acto de procura que evolui por sucessivas auscultações, hesitações e afirmações, o desenho assenta na curiosidade e na vontade de apreender. Desenhar é tatear com o olhar, com o pensamento e a intuição, numa sincronia que evolui com vontade própria. É buscar, ensaiar, estudar e entender o que fitamos no exterior, mas é também um acto de encontro com o que nos fita internamente.

Numa sobreposição de existências, o desenho conhece e reconhece o mundo — o que nele vemos e ocultamos, e quem o perscruta, nomeia e formaliza. O seu carácter de pensamento em acção ou de registo em movimento, permite entender aquilo que se aponta, compreendendo aquele que desenha. Numa acção que pode provir da mesma entidade, ou reportar-se a vários intervenientes, quem desenha procura, regista e pondera(-se) (n)um sistema rizomático em que a manifestação e o conhecimento não são lineares. Talvez, por isso, a elasticidade do desenho habite a raiz do pensamento criativo e aí encontre várias expressões. Das artes visuais à música, da dança à arquitectura, ou da performance à poesia, o desenho indaga, equaciona, propõe e explana, operando como uma escrita que surge de dentro para fora, com um alfabeto próprio, em contínua mutação.

Editor convidado: Sérgio Fazenda Rodrigues

 

Over which the hand roams in the gaze

Seen as a searching act that develps through sucessive auscultations, hesitations, and assertionsm drawing if founded upon a curiosit and a will to grasp. To draw is to grope about with one's gaze, thought, and intuition, in a synchrony which develops with a will of it's own. It is to seek, to attempt, to study, and to understand what we gaze at on the outside, but also an act of encountering what gazes at us internally.

Upon overlapping existences, drawing recognises the world — what we see and conceal in it, as well as he who looks into it, who names it, who formalises it. It's nature as thought in action or record in motion allows one to grasp not only that which is pointed out but also he who draws. In an action that may come from the same entity or from different ones, he who draws searches, records and ponders upon (himself within) a rhizomatic system in which there is no linear demonstration or knowledge. Perhaps, that is why the elasticity of drawing inhabits the root of creative thought, where it develops various types of expression. From visual arts to music, from dance to architecture, or from performance to poetry, drawing enquiries, weighs, purposes abd expounds, operating as a sort of writing that comes out from within, with an alphabet of its own, in continuous change.

Guest editor: Sérgio Fazenda Rodrigues

 

 

Artistas / Artists:

AnaMary Bilbao, André Sousa, António Poppe, Bruno Cidra, Cristina Robalo, Gabriela Albergaria, Diogo Pimentão, Gonçalo Pena, João Queiroz, Jorge Queiroz, Pedro A.H. Paixão, Pedro Barateiro, Pedro Gomes, Rui Chafes, Sara Chang Yan, Susanne Themlitz, Von Calhau!

 

ensaios visuais / visual essays:

Armanda Duarte, Francisca Carvalho, Mattia Denisse, Paulo Lisboa, Vera Mota.


ensaios visuais + entrevistas / visual essays + interviews:

Alice Geirinhas e Mariana Gomes, Andreia Santana e Anna-Sophie Berger, Nuno Sousa Vieira e Rita Gaspar Vieira.

Autores / Authors: 

Antonia Gaeta, António Pinto Ribeiro, Carlos Vidal, Catarina Rosendo, Celso Martins, Cristina Robalo, Cristina Sanchez-Kozyreva, Filipa Oliveira, Gabriela Vaz-Pinheiro, Hugo Canoilas, Inês Costa, Isabel Carlos, Isabel Nogueira, Isabella Lenzi, João Maria Gusmão, Joana P. R. Neves, José Marmeleira, Lisa Sigal, Luiza Teixeira de Freitas, Maria Filomena Molder, Marta Espiridião, Miguel Mesquita, Pedro Valdez Cardoso, Sara Castelo Branco, Sérgio Fazenda Rodrigues.

 

 

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Contemporânea#5

20,00 €

Uma pintura é uma pintura é uma pintura é uma pintura

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Contemporânea#4

20,00 €

A quarta edição impressa da Contemporânea explora e considera o campo expandido da imagem em movimento na prática artística recente. Traça genealogias, contextualiza novos desenvolvimentos possibilitados pelos avanços da tecnologia digital e em rede. O cinema, o vídeo e a Internet, ou, mais concretamente, os novos media, exercem uma influência considerável na arte contemporânea espelhando as questões que o mundo de hoje coloca.

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Contemporânea#3

20,00 €

Esta edição especial da Contemporânea ensaia um pensamento sobre as possibilidades da linguagem escultórica. Reflectindo sobre as novas abordagens conceptuais, formais e as suas particularidades definidoras. Que métodos, linguagens e propósitos assume a escultura na prática artística contemporânea?

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Contemporânea#2

20,00 €

Deriva Urbana: Lisboa tem como editor convidado Sérgio Fazenda Rodrigues e foca-se na cidade de Lisboa, tendo como referência a ideia de Dérive. Entendida na lógica de Guy Debord, enquanto processo de apropriação espacial, a Dérive surge como uma deambulação onde se opera o (re)conhecimento de um dado território.

Deriva Urbana: Lisboa [Urban Drifting: Lisbon] has as guest editor Sérgio Fazenda Rodrigues and is focused on the city of Lisbon, having as reference the idea of Dérive. Understood in the logic of Guy Debord as a process of spacial apropriation, Dérive appears as a deambulation where the (re)cognizement of a given territory is operated.

 

 

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Contemporânea#1

10,00 €

A 1ª edição em papel intitulada "Crónicas de Arte" é dedicada à dinâmica artística da cidade do Porto. Reúne textos, entrevistas e ensaios visuais por artistas, curadores e outros agentes activos na cidade, tem como editora convidada a curadora Antonia Gaeta.

The 1st edition on paper titled "Crónicas de Arte" [Art Chronicles] is dedicated to the art dynamic in the city of Porto. It gathers texts, interviews and visual essays by artists, curators and other active agents in the city, with the guest editor Antonia Gaeta.

 

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Comunidade Enquanto Imunidade

0,00 €

 

Comunidade enquanto Imunidade é um projeto transdisciplinar dedicado à reflexão e produção artística sobre as várias dimensões críticas do presente na sua, inevitável, relação com a pandemia COVID-19.

 

Criado pela revista Contemporânea, o projeto promove a criação e a edição de conteúdos inéditos propostos por 20 artistas, curadores, académicos, jornalistas, músicos, outras autoras e autores. Comunidade enquanto Imunidade propõe construir comunidade enquanto forma de imunidade social e cultural, perante os desafios, as incertezas e as diferentes precariedades que são instaladas pela(s) crise(s).

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