Ed. 01-02-03 / 2020
Crítica — por Cristina Sanchez-Kozyreva
/application/files/thumbnails/medium/1615/7979/4866/Trevor_Shimizu-12.jpg
As an artist whose oeuvre often likes to style itself in a self-deprecating fashion, Trevor Shimizu’s works in “Trevor Shimizu: Performance Artist” at Kunsthalle Lissabon have a remarkably droll interest in the life of the "artiste". The exhibition has the many attributes of a small retrospective, with a historical perspective spanning a period from 1996 to 2019.
Artigo — por João Laia
/application/files/thumbnails/medium/7015/7830/8790/AB.jpg
#ambiente #colaboracao #colectivo #comunidade #condicoesecontextosdetrabalho #coreagrafiasdeafeto #criseecologica #extracao #feminismo #gesamtkunstwerk #imersao #opera #performance #politicasdedesejo #politicasdeidentidade #queer #repensarahistoria
Entrevista — por Catarina Rosendo
/application/files/thumbnails/medium/6815/7979/7116/Foto_03.jpg
Desde que assumiram a direcção do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, em 2010, Carlos Antunes e Désirée Pedro têm vindo, lenta e seguramente, a reinscrever o lugar deste polo artístico no contexto artístico nacional. Arquitectos de formação, foram responsáveis pelo projecto de alterações que transformou uma antiga área de reservas da Biblioteca Municipal num espaço expositivo mais bem preparado e complementar ao original edifício da Rua Castro Matoso, que guarda a memória de algumas das acções artísticas mais experimentais e gregárias da década de 1970.
Artigo — por Marta Mestre
/application/files/thumbnails/medium/5015/7832/5579/AP00.jpg
2019 não é (ou não foi) um ano muito diferente de 2018, de 2017 ou de 2010. Aquilo que o torna particular é o facto de encerrar simbolicamente uma década, um ciclo abstrato de tempo onde depositamos um certo tipo de linguagem histórica. A multiplicação de notícias, acontecimentos, eventos, catástrofes é avassaladora. E o presente revelou-se o narcótico mais forte da nossa década.
Artigo — por Sofia Lemos
/application/files/thumbnails/medium/6915/7831/5285/MM.jpg
Florestas milenares ardem no encerro de 2019. É o desfecho de uma década que se rendeu, revisionista, à urgência da crise climática, à poética de relação entre humanos e entidades não-humanas e à releitura do cânone artístico. A seguinte seleção reflete práticas artísticas e formatos curatoriais que procuraram discutir o presente como uma continuidade histórica feita de limites e delimitações, propondo, em simultâneo, futuros de cuidado e de construção ‘po-ética' conjunta.
Crítica — por José Marmeleira
/application/files/thumbnails/medium/3615/7988/5930/berru_76561_6.jpg
Num exercício comparativo com as edições anteriores, mencione-se a diferença que a exposição do Prémio Sonae Media Art 2019, no Museu do Chiado, proclama, nos processos e nas obras, no recurso a artefactos tecnológicos e ao conhecimento técnico-científico. Dito de outro modo mais rigoroso: assume o deslocamento de métodos e meios (habitualmente associados à produção artística) para o domínio das potencialidades e extensões da computação.
Crítica — por Miguel Mesquita
/application/files/thumbnails/medium/6815/7909/2519/DSC00612.jpg
Uma das características que sempre me seduziu no trabalho de Luísa Jacinto é a sua capacidade de desenvolver uma dimensão temporal nas imagens das pinturas que produz. Não que as imagens em si contenham, necessariamente, elementos que pressupõem uma passagem do tempo ou uma continuidade temporal (ainda que por vezes induzam a uma cristalização ou suspensão do tempo), mas porque se situam algures no decorrer de uma acção; são imagens que sugerem um passado ao mesmo tempo que nos conservam num estado de antecipação.
Entrevista — por Isabel Nogueira
/application/files/thumbnails/medium/6015/7910/8124/10_Miguel_Palma_DesenhoTecnicoTopoMontanha_2019.jpg
Isabel Nogueira: Gostaria que nos falasses da importância desta exposição para ti e para a tua carreira, uma vez que se reporta a 30 anos de actividade. Miguel Palma: Esta é terceira exposição em que tenho a possibilidade de mostrar o meu trabalho em diferentes momentos. Tive uma exposição na Culturgest, em 2007, que foi uma selecção mais restrita, mas que funcionou muito bem. Em 2011, tive outra exposição na Fundação Calouste Gulbenkian, em que foi assumido o meu lado mais compulsivo de construir, que acabou por ser algo diferente do conceito da Culturgest. A actual exposição felizmente foi comissariada pelo Miguel [von Hafe Pérez] e não por mim.
Voltar ao topo