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Alberto Carneiro: Os caminhos do corpo

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Isabel Carlos

 

Conversa com Catarina Rosendo

 

A exposição patente na 3+1 Arte Contemporânea serviu de mote a esta conversa, entre Catarina Rosendo e Isabel Carlos, sobre um dos mais importantes escultores portugueses. Um artista com uma das obras mais radicalmente genuínas da arte contemporânea portuguesa, onde natureza, arte e corpo confluem num discurso simultaneamente universal e pessoal, nas palavras de Isabel Carlos. 

Das múltiplas mostras individuais de Alberto Carneiro (Trofa, 1937–2017) e das quatro exposições antólogicas (Fundação Calouste Gulbenkian, Casa de Serralves, Museu Machado de Castro de Castro, Centro Galego Arte Contemporânea), destaca-se a sua participação na Bienal de Veneza, em 1976, na Bienal de São Paulo, em 1977 e na exposição Alternativa Zero, organizada por Ernesto de Sousa em Portugal, em 1977. Dos vários prémios recebidos, incluem-se o Prémio Nacional de Escultura, em 1968 e o Prémio Nacional de Artes Plásticas AICA, em 1985. Em 1994, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. 

A sua vida e obra foi amplamente influenciada pela proximidade com a terra, abordando temas como a natureza e o corpo em territórios próximos do conceptualismo, minimalismo e land art. A exposição Os caminhos do corpo reúne uma seleção de trabalhos seminais — obras em papel, fotografia e escultura — destacando períodos distintos na carreira do artista.

 

Alberto Carneiro

3+1 Arte Contemporânea

Folha de Sala

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Imagens: Alberto Carneiro: Os caminhos do corpo. Vistas gerais da exposição na 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa, 2021. Fotos: Bruno Lopes. Cortesia dos herdeiros de Alberto Carneiro e 3+1 Arte Contemporânea. 

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